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  • Luis Piccardi

Empresas devem misturar trabalho presencial e home office, diz especialista



A satisfação do brasileiro com o home office foi caindo ao longo da pandemia, segundo análises feitas pela Orbit Data Science, empresa que utiliza dados públicos de redes sociais para pesquisas. Com base em 4.798 comentários no Twitter, Facebook e Instagram, o estudo mostra que, no início da pandemia 70% dos trabalhadores se diziam satisfeitos,

índice que caiu para 45% em junho e 43% em outubro de 2020.

As empresas caminham para a adoção do modelo híbrido de trabalho (parte presencial, parte remota), motivadas pela redução de custos e por bons resultados, afirma a professora de administração da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Elisabete Adami.



Ela destaca a importância das micro, pequenas e médias empresas no Brasil, que eram bastante tradicionais e se viram obrigadas a mudar.

A pandemia permitiu que elas observassem a grande economia que teriam com custos de espaço e material, por exemplo. Agora já sabem que é possível seguir com um modelo que prioriza o rodízio de trabalhadores.

Elisabete Adami, professora da PUC-SP

Para a professora, será preciso mudar novamente as leis trabalhistas para dar segurança jurídica às novas relações de trabalho que irão se manter no período pós-pandemia.

A última ampla reforma trabalhista no Brasil ocorreu no governo Temer, em 2017.

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Fonte: @UOL

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